"Não seja insubstituível. Se você não pode ser substituído, não pode ser promovido."
(?)
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Pare e Pense
"Habilidade sem desafio gera tédio. Por outro lado, desafio sem habilidade gera ansiedade."
(?)
(?)
Pare e Pense
"Quando um pai dá alguma coisa para o filho, ambos riem. Quando um filho dá alguma coisa para o pai, ambos choram. "
(Provérbio judeu)
(Provérbio judeu)
Pare e Pense
"Suas percepções determinam suas prioridades e suas prioridades determinam suas atitudes."
(?)
(?)
Pare e Pense
"Nós vivemos juntos como seres humanos racionais ou morremos juntos como idiotas."
(Martin Luther King Jr.)
(Martin Luther King Jr.)
Crise faz seguro garantia tomar lugar da carta de fiança bancária
SÃO PAULO - O seguro garantia deve tomar o espaço da carta de fiança bancária, na qual o banco assume a qualidade de fiador, devido a restrição de crédito dos bancos por conta da crise financeira internacional. A Unibanco AIG, por exemplo, já sente o aumento de 35% na procura pela modalidade seguro garantia judicial, apenas no mês de setembro deste ano.
Segundo o gerente do seguro garantia da Unibanco AIG, Thiago Moura, se por um lado, a ausência de crédito pode afetar investimentos em algumas obras no setor privado, por outro, aumenta a preocupação das empresas em garantir a finalização de seus projetos, o que gera a maior procura pelo seguro garantia (garante o cumprimento de uma obrigação contratual, seja ela de construir, fabricar, fornecer ou prestar serviços). "Além disso, nossa principal concorrente, a carta de fiança bancária está mais limitada pelos bancos."
De acordo com o diretor de Grandes Riscos da Allianz, Ângelo Colombo, apesar de a restrição de capital aumentar o preço do resseguro mundial e de o nível de exigência, por parte tanto da seguradora como da resseguradora, o seguro garantia será a melhor opção devido à limitação da carta de fiança bancária. Segundo o diretor do ramo de Riscos Especiais da Marítima Seguros, Cláudio Saba, com a incerteza do mercado, a tendência é aumentar a procura pelo seguro garantia. "A demanda provavelmente será maior do que a oferta, elevando o preço do seguro".
Para ele, os riscos que as seguradoras assumem estão vinculados a resseguradores e seus parceiros. Se o parceiro está falindo devido a crise, a resseguradora vai ser atingida, diminuindo sua capacidade e aumentando sua exigência para aceitar riscos.
Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o segmento cresceu 49% de janeiro a setembro de 2008, com prêmios diretos de R$ 324 milhões, contra R$ 218 milhões no mesmo período de 2007.
Para 2009, a JMalucelli espera uma retração no número de negócios e um aumento de custos relacionados a preço de resseguro. Segundo o diretor da empresa, Silvio Honda, o mercado deve crescer no próximo ano em níveis inferiores aos de 2007 (77%) e de 2008 (até agosto de 62%). "Como somos parte de um conglomerado financeiro, liderado pelo Paraná Banco, dono da JMalucelli Seguradora e da JMalucelli Resseguradora, e exploramos a fundo a sinergia com o banco, podemos ter uma situação diferente dos demais players do setor. Para ele, com a crise, o volume de obras do setor público (impulsionado pelo PAC) pode diminuir e afetar o setor de garantia, pois por mais que o governo ajude, existe e questão da 'financiabilidade' e, no momento, o mercado está praticamente fechado para funding.
Segundo o gerente do seguro garantia da Unibanco AIG, Thiago Moura, se por um lado, a ausência de crédito pode afetar investimentos em algumas obras no setor privado, por outro, aumenta a preocupação das empresas em garantir a finalização de seus projetos, o que gera a maior procura pelo seguro garantia (garante o cumprimento de uma obrigação contratual, seja ela de construir, fabricar, fornecer ou prestar serviços). "Além disso, nossa principal concorrente, a carta de fiança bancária está mais limitada pelos bancos."
De acordo com o diretor de Grandes Riscos da Allianz, Ângelo Colombo, apesar de a restrição de capital aumentar o preço do resseguro mundial e de o nível de exigência, por parte tanto da seguradora como da resseguradora, o seguro garantia será a melhor opção devido à limitação da carta de fiança bancária. Segundo o diretor do ramo de Riscos Especiais da Marítima Seguros, Cláudio Saba, com a incerteza do mercado, a tendência é aumentar a procura pelo seguro garantia. "A demanda provavelmente será maior do que a oferta, elevando o preço do seguro".
Para ele, os riscos que as seguradoras assumem estão vinculados a resseguradores e seus parceiros. Se o parceiro está falindo devido a crise, a resseguradora vai ser atingida, diminuindo sua capacidade e aumentando sua exigência para aceitar riscos.
Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o segmento cresceu 49% de janeiro a setembro de 2008, com prêmios diretos de R$ 324 milhões, contra R$ 218 milhões no mesmo período de 2007.
Para 2009, a JMalucelli espera uma retração no número de negócios e um aumento de custos relacionados a preço de resseguro. Segundo o diretor da empresa, Silvio Honda, o mercado deve crescer no próximo ano em níveis inferiores aos de 2007 (77%) e de 2008 (até agosto de 62%). "Como somos parte de um conglomerado financeiro, liderado pelo Paraná Banco, dono da JMalucelli Seguradora e da JMalucelli Resseguradora, e exploramos a fundo a sinergia com o banco, podemos ter uma situação diferente dos demais players do setor. Para ele, com a crise, o volume de obras do setor público (impulsionado pelo PAC) pode diminuir e afetar o setor de garantia, pois por mais que o governo ajude, existe e questão da 'financiabilidade' e, no momento, o mercado está praticamente fechado para funding.
Proteção sob medida para frotas
O sucesso de qualquer negócio depende de que nada interrompa o seu bom funcionamento. A garantia ideal para manter e proteger os veículos de uma empresa é a contratação de um Seguro Auto Frota, cobertura que protege diversos veículos em uma única apólice, o que pode diminuir o custo nos valores gerais dos itens e facilitar o controle de fluxo de caixa da empresa.
Mesmo instituições públicas já reconhecem a importância de ter uma frota protegida. Recentemente, pela primeira vez em sua história, a Receita Federal paulista fez seguro para seus 178 carros – inspirada em atitude semelhante tomada pelo seu órgão fiscalizador, o Tribunal de Contas da União (TCU), que também fez licitação para proteger seus 52 veículos.
A importância de manter a frota protegida se destaca em cidades como Rio e São Paulo, onde a circulação de veículos maiores foi limitada a determinados horários. Após a medida, já se percebem algumas mudanças, segundo Pedro Pimenta, superintendente de Auto da Allianz:
“Já notamos duas alterações. A primeira é o aumento no pedido de inclusão de veículos comerciais de médio porte (Sprinters, Fiorinos e pick-ups leves) nas frotas seguradas, medida tomada por algumas empresas para não prejudicar o atendimento aos seus clientes. E a outra, infelizmente, é um aumento no número de reclamações de roubos e furtos de veículos e cargas, que ficaram mais expostos à ação de ladrões. Caso não ocorram mudanças, essa restrição de horário de circulação poderá impactar no preço do seguro futuramente, em médio e longo prazos”, explica.
O produto oferecido pela Allianz tem como atrativos bônus diferenciado de até 45%, aceitação de bônus de outras seguradoras, dispositivo antifurto gratuito, opção de franquia reduzida e parcelamento do pagamento em até 7 vezes sem juros ou em até 10 vezes com juros.
Além da Allianz, outras seguradoras oferecem esse tipo de proteção. A Caixa Seguros possui um produto desenvolvido para proteger a frota das instituições públicas, que oferece proteção para o veículo e para os ocupantes, com direito a carro reserva, assistência 24 horas e descontos em centros automotivos e estacionamentos.
O Seguro Auto Frotas da RSA Seguros oferece os mesmos serviços, além de outras vantagens como processo de análise do risco, precificação diferenciada por ramo de atividade da empresa e cobertura para vidros.
Mesmo instituições públicas já reconhecem a importância de ter uma frota protegida. Recentemente, pela primeira vez em sua história, a Receita Federal paulista fez seguro para seus 178 carros – inspirada em atitude semelhante tomada pelo seu órgão fiscalizador, o Tribunal de Contas da União (TCU), que também fez licitação para proteger seus 52 veículos.
A importância de manter a frota protegida se destaca em cidades como Rio e São Paulo, onde a circulação de veículos maiores foi limitada a determinados horários. Após a medida, já se percebem algumas mudanças, segundo Pedro Pimenta, superintendente de Auto da Allianz:
“Já notamos duas alterações. A primeira é o aumento no pedido de inclusão de veículos comerciais de médio porte (Sprinters, Fiorinos e pick-ups leves) nas frotas seguradas, medida tomada por algumas empresas para não prejudicar o atendimento aos seus clientes. E a outra, infelizmente, é um aumento no número de reclamações de roubos e furtos de veículos e cargas, que ficaram mais expostos à ação de ladrões. Caso não ocorram mudanças, essa restrição de horário de circulação poderá impactar no preço do seguro futuramente, em médio e longo prazos”, explica.
O produto oferecido pela Allianz tem como atrativos bônus diferenciado de até 45%, aceitação de bônus de outras seguradoras, dispositivo antifurto gratuito, opção de franquia reduzida e parcelamento do pagamento em até 7 vezes sem juros ou em até 10 vezes com juros.
Além da Allianz, outras seguradoras oferecem esse tipo de proteção. A Caixa Seguros possui um produto desenvolvido para proteger a frota das instituições públicas, que oferece proteção para o veículo e para os ocupantes, com direito a carro reserva, assistência 24 horas e descontos em centros automotivos e estacionamentos.
O Seguro Auto Frotas da RSA Seguros oferece os mesmos serviços, além de outras vantagens como processo de análise do risco, precificação diferenciada por ramo de atividade da empresa e cobertura para vidros.
Assinar:
Postagens (Atom)